FUTEBOL NACIONAL: LEÕES DO OESTE EMPATAM NA ESTREIA DE MONSANTO

Atualizado: Jan 4

Ricardo Monsanto mantém a reputação de aposta nos jovens e lança vários de início. SC Lourinhanense joga olhos nos olhos e domina de início ao fim. Fica um eventual penalty por marcar aos 85 minutos sobre Dinis.



O SC Lourinhanense com várias surpresas no onze, entra no jogo a todo o gás e desde início mostra um futebol bonito e atrativo com bola no pé.

Ricardo Monsanto, ainda na bancada devido a processo burocrático, lança de início Rodrigo Alves, Guilherme Ribeiro, João Louro e o júnior de 18 anos, Cortêz. Também recupera Doritos, Omar e Hilário, entrando num 4-3-3 bastante ofensivo.


As primeiras oportunidades são todas da equipa da Lourinhã, que ganha em posse de bola, remates, livres, cantos e domínio territorial. No entanto, aos 30 minutos, contra a corrente do jogo a turma visitante viria a abrir o ativo na sequência dum mau atraso do defesa central Hugo Idelfonso, ao seu guarda-redes, interceptado pelo avançado sacavenense que na cara de Diogo Oliveira não desperdiçou.


Duro golpe para os locais que no entanto reagiram de imediato, não mais largaram as proximidades da baliza adversária com largura e profundidade no jogo e vários cruzamentos, num dos quais aos 41 minutos, Hilário cruza tenso da direita para dentro da grande área e João Louro arrasta a defesa contrária consigo enquanto o jovem de 19 anos, Rodrigo Alves, apareceu sozinho ao segundo poste a restabelecer a igualdade para o conjunto lourinhanense.


O empate colocava mais justiça no marcador por tudo o que os leões do oeste fizeram na primeira parte do jogo.


No primeiro minuto da etapa complementar, a turma dos arredores de Lisboa beneficia de uma grande penalidade muito duvidosa sobre uma suposta falta de Omar na área local. Luís Gaspar, avançado do Sacavenense encarregue de bater o castigo máximo atira a bola por cima da trave.


Vai caindo alguma chuva e o terreno de jogo vai-se tornando mais pesado, o jogo mais dividido e o futebol de ambas as equipas mais direto. Os treinadores, Jorge Prazeres do lado dos forasteiros e Ricardo Monsanto dos locais começam a arriscar mais ofensivamente e apostar num jogo claramente para os três pontos.


Aos 69 minutos, no Lourinhanense o avançado Renato Martins entrou para o lugar de Guilherme alargando a frente de ataque. Renato trouxe dinâmica e largura ao ataque, obrigando o Sacavenense a colocar-se cada vez mais numa postura de expetativa, muitas vezes tentando ganhar faltas no meio campo para despejar bolas na área lourinhanense na tentativa de assim criar situações de golo.


À entrada para os dez minutos finais do tempo regulamentar, o Lourinhanense coloca o seu ponta de lança mais experiente Dinis Franco como referência no ataque e cinco minutos mais tarde este sofre uma eventual falta no interior da área visitante quando ia cabecear a bola para a baliza e parece ter sido empurrado com os dois braços do adversário direto pelas costas, ficando a sensação de que o árbitro, Paulo Barradas, ainda exitou quanto à possibilidade de apontar para a marca do castigo máximo.


Aos 86 minutos, Ricardo Monsanto lançou mais um jovem, David Gama, que trouxe mobilidade ao ataque, que se fez sentir no período dos cinco minutos de descontos concedidos pelo árbitro, no entanto o resultado não viria a sofrer qualquer alteração.


Num encontro com sinal mais do Lourinhanense, a haver um vencedor teria que ser a turma local. Arbitragem positiva, no entanto ficaram muitas dúvidas quanto à grande penalidade assinalada a favor da turma visitante e dum eventual castigo máximo não assinalado em benefício da formação lourinhanense.


Texto: Revista Amor à Camisola

Foto: Arquivo

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