FIQUE EM CASA COM... LUPETA

"DEUS ESTÁ NO CONTROLO"


"Zairense" de nascimento e Lourinhanense de adoção.

Uma estrela de futebol da República Democrática do Congo (antigo Zaire), um grande goleador da seleção nacional, cabeceador nato, que o elevou ao estatudo de "Rei do Futebol" naquele país africano.

Atualmente, é uma lenda viva do Sporting Clube Lourinhanense (SC Lourinhanense). No emblema verde-e-branco da Capital dos Dinossauros atingiu o estatuto de "Magnussen do Distrital", por ser mortífero nas áreas contrárias com o seu jogo aéreo. Apesar de todas as estrelas que já passaram pelo clube presidido, atualmente, por Paulo Marta, com o antigo internacional português Luís Boa Morte à cabeça (viajou da Lourinhã para Londres para representar o todo poderoso Arsenal), Lupeta é Lupeta! O jogador mais recordado e que continua a ser mais acarinhado por todos os Lourinhanenses das várias gerações. Foi ele um dos grandes responsáveis pela primeira subida do emblema mais representativo do concelho da Lourinhã aos campeonatos nacionais, no início da década de 90. Veio para Portugal jogar na primeira divisão na década de 80 ao serviço do "O Elvas" Clube Alentejano dos Desportos. Transferiu-se para o Grupo Desportivo de Peniche que vivia tempos aúreos na zona centro da segunda divisão nacional (segundo escalão do futebol português à época) e mais tarde veio para a Lourinhã como a principal estrela para subir o SC Lourinhanense aos nacionais. Tem dois filhos que seguiram as suas pisadas no futebol. Nando, licenciou-se e deixou o futebol para segundo plano, enquanto Jucie é uma estrela na Eslovénia.

Como está a ser o seu dia à dia?

- O meu dia à dia é estar sempre em casa a fazer a rotina duma vida normal em casa. Cozinhar, limpar, lavar, ver televisão...


O que tem mais saudades de fazer?- Aquilo de que mais tenho sentido a falta tem sido de treinar os meninos.


Como vai mantendo o contacto com os seus filhos?

- Vou falando com eles através do telemóvel. Às vezes o Nando passa aqui em casa...

o Jucie está confinado na casa dele na Eslovénia.


De que forma encara esta pandemia?

- Esta pandemia é complicado. Todo o cuidado é pouco... sendo o inimigo invisível.


Está preocupado com o futuro?

- Não tenho medo do futuro porque Deus está no controlo.


Acha que a vida nunca mais vai ser igual?

- Acho que nada vai voltar a ser igual ao que era.


Que palavra deixa aos leitores?

Aos leitores, primeiro fiquem em casa, segundo cuidem-se! Tudo vai ficar bem. 



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